Cada radar de pulso consiste nos mesmos blocos funcionais:
- Sincronização: O condutor. Determina quando os impulsos são emitidos e fornece o tempo de referência pelo qual durações (e, portanto, distâncias) são medidas.
- Transmissor: gera pulsos de radiofrequência de alta potência, clássicos com microondas ou klystron, modernos com amplificadores de estado sólido. A potência máxima vai de quilowatts a megawatts.
- Duplexer: o interruptor rápido que liga uma antena alternadamente ao transmissor e receptor — e protege o receptor sensível de seu próprio pulso de transmissão (que de outra forma o destruiria).
- Antena: agrupa a energia em um feixe estreito, a direciona para o espaço e capta os ecos novamente. A antena determina o ganho (Ganho) e a resolução angular (Resolução angular).
- Receptor: fortalece os ecos extremamente fracos (ordem de picowatts) e os converte em uma forma viável, com mínimo ruído adicionado.
- Processador de sinais: O cérebro. A desordem do filtro (MTI/doppler), aplica compressão de pulso, integra pulsos, determina o limiar de detecção (CFAR) e, em última análise, forma "parcelas" e "trilhas" de alvos.
- Visualização: apresenta a imagem ao operador, clássico como PPI (Indicador de posição do plano) — a conhecida imagem de radar rotativo com sua própria posição no meio.
Para o especialista em EW
Cada bloco tem uma contrapartida em EW: o transmissor determina o que um receptor ESM pode capturar (frequência, PRF, forma de pulso = a "impressão digital"), o receptor e processador determinam o quão sensível o radar é para bloquear, e a antena determina através de seus lobos laterais (lóbulos principais, lóbulos laterais e lóbulos traseiros) onde o radar é vulnerável.